terça-feira, 5 de junho de 2018

A Linguagem Corporal de uma Mulher Fingindo Amar Um Homem


Fonte: https://heartiste.wordpress.com/2016/06/21/the-body-language-of-a-woman-pretending-to-love-a-beta-male/
Texto de 21 de junho de 2016

Traduzido e adaptado por LMR.

N.T. 1: o artigo abaixo refere-se à notícia ocorrida nos EUA, em que uma mulher foi acusada de homicídio após recusar-se a ajudar o noivo, quando este caiu do caiaque e se afogou nas águas geladas do rio Hudson. Aqui o link da notícia original.

Algumas mulheres ficam muito ressentidas por sua beleza estar chegando perto do prazo de validade e por isso, tem de se contentar em arrumar e ficar com um macho "beta" e sem graça. Como resultado, muitas delas fantasiam em matar seus "prêmios de consolação"... e algumas vezes levam a cabo tal fantasia bizarra!

Por uma questão de sobrevivência, homens em geral (principalmente "machos beta") devem se familiarizar com os sinais indicadores que uma mulher exibe quando não está apaixonada nem interessada mais no homem.

O investigador DeQuarto perguntou-lhe como se sentia sobre a morte do Sr. Viafore. Sua resposta, ele disse, foi: "Tudo bem. Vida que segue". "Ela se sentia como ela mesma", ele testemunhou. "Ela se sentiu livre."

Mas ela é uma mulher rara, com uma habilidade inigualável de crueldade e auto-sabotagem, que jamais admitiria ao seu namorado beta que queria se livrar dele. Assim, os homens que ainda não atingiram as alturas da "masculinidade alfa" precisam ficar atentos e observar os sinais não-verbais de que suas namoradas ou esposas podem não amá-los mais. Não é suficiente apenas prestar atenção a falsas declarações de amor e fidelidade proferidas logo antes de a linha pontilhada do casamento civil ser assinada.

E o indicador mais confiável do verdadeiro sentimento - ou falta dele - de amor de uma mulher é sua linguagem corporal, precisamente porque o corpo transmite autonomamente o estado emocional dela. É muito difícil para a maioria das pessoas esconder seus reais sentimentos por muito tempo sob a fachada de uma falsa linguagem corporal.

Veja algumas fotos da mulher assassina, que friamente matou o seu noivo, a quem ela não conseguiu amar:



Primeira foto: inclinando-se para longe do noivo. Segunda foto: inclinando-se e desviando o olhar do mesmo. Terceira foto: seus braços estão cruzados protegendo o os seios e o peito.

Se você ver alguma desses sinais de falta de amor e interesse, em linguagem corporal, emitidos pela mulher com que está (seja ela ficante, namorada ou esposa), já é tarde demais para fazer qualquer coisa a respeito. Prepare-se que a relação está prestes a acabar.
Entretanto há duas intervenções potencialmente eficazes, que podem mudar o coração dela e acertar tudo:

1 - "Dread Game" (*).

2 - Ir embora.

É isso. Não seja um homem suficientemente desesperado pela "mentalidade de escassez", que vá fazer com que você acabe se relacionando e casando com uma mulher que descaradamente emite sinais do desprezo que ela sente por você. Você pode acabar morrendo na frente dela algum dia - sem que ela faça nada para lhe ajudar.

(*) N.T. 2: Não encontrei uma tradução adequada. Seria algo como "jogo ameaçador", sendo que ameaça aqui não se refere a ameaça física. Veja o link original para o texto a respeito.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Definição de "hipergamia"

Uma prática muito comum nos dias de hoje


Baseado em: "Hypergamy", artigo da Wikipedia em inglês: https://en.wikipedia.org/wiki/Hypergamy

Traduzido, adaptado e ampliado por LMR


A hipergamia é um termo usado na ciência social para o ato ou prática de uma pessoa casar-se com outra de status ou casta social superior a ela mesma.O antônimo hipogamia refere-se ao inverso: casar-se com uma pessoa de classe social ou status inferior.

Ambos os termos foram cunhados na Índia no século 19, enquanto traduzia-se os livros clássicos de direito hindu, que usavam os termos sânscrito anuloma e pratiloma, respectivamente, para os dois conceitos.

Estudos sobre seleção de parceiros heterossexuais em dezenas de países ao redor do mundo mostram que homens e mulheres priorizam diferentes características quando se trata de escolher um parceiro do sexo oposto. Homens tendem a preferir mulheres jovens e atraentes, já as mulheres tendem a preferir homens destacados socialmente, como aqueles que são ricos, bem sucedidos, educados, ambiciosos e atraentes.

Psicólogos evolucionistas defendem que esta é uma diferença inata de cada sexo em matéria de seleção sexual, com homens motivados a procurar mulheres belas e férteis que darão à luz bebês saudáveis. Já as mulheres procuram homens bem situados socialmente, que seriam capazes de fornecer todos os recursos necessários para a melhor sobrevivência dela e da prole.

Já os teóricos da aprendizagem social, no entanto, dizem que as mulheres valorizam os homens com alta capacidade financeira porque as mulheres têm a sua capacidade de ganho limitada em sociedades patriarcais.

As Feministas explicam a hipergamia afirmando que a prática precisa ser entendida no contexto de um sistema patriarcal: os homens escolhem parceiras atraentes porque podem, e as mulheres escolhem parceiros com recursos materiais simplesmente porque estes tornam a vida mais confortável. Historiadoras feministas alegam que as famílias de status inferior participam da hipergamia porque sentem que é o melhor uso possível de uma filha: seu status será aumentado junto com o da mulher quando esta se casa com um homem de melhor condições. 

Um estudo empírico examinou as preferências dos indivíduos que usavam um serviço de encontros virtuais em Israel. A proporção entre os sexos era altamente distorcida (646 homens para 1.000 mulheres). Apesar desse número, eles descobriram que "na educação e no status socioeconômico, as mulheres expressam, em média, maior seletividade hipergâmica: preferem parceiros que são superiores a elas em diversos traços... enquanto que os homens expressam o desejo por algo análogo à hipergamia, só que com base na atratividade física. Eles desejam acasalar com uma parceira que seja superior a eles, mas na escala de atratividade física".

Registros históricos mostram que a hipergamia sempre foi praticada em diversas civilizações e culturas. No entanto, houve uma mudança nos últimos séculos, ao menos nas sociedades ocidentais, onde passou a ser norma a maioria das pessoas se casar com o seu equivalente social. Geralmente, cada homem (e mulher) conseguia encontrar um par para a formação de uma família, graças a um maior controle das normas sociais, onde esperava-se - e trabalhava-se - para que todos se casassem e tivessem filhos dentro do casamento monogâmico. Até então, era dever de todos - os homens e mulheres - encontrarem um par e formar uma família. A hipergamia porém não deixou de existir, ela foi severamente restrita e controlada, e continuou sendo praticada por apenas alguns homens e mulheres que poderiam fazê-la.

A partir da revolução sexual dos anos 60 do século XX houve várias mudanças sociais. Os mecanismos de repressão e controle que impunham aos indivíduos maior controle de sua sexualidade (incluindo aí a hipergamia) foram sendo afrouxados e deixados de lado. As regras que exigiam casamento e formação de família para todos foram afrouxadas - e até abandonadas. Com isso, tanto homens como mulheres puderam voltar a praticar a hipergamia em larga escala.

A liberação da hipergamia tem como efeito geral em toda a sociedade o fato de que todas as mulheres têm a chance de acasalar (e até se casar) com um parceiro de status elevado, ao passo que os homens de status inferior não tem condições de fazer o mesmo - a não ser que melhorem radicalmente sua situação social e econômica.

A hipergamia permite aos homens de status mais elevado a escolha máxima na seleção de parceiras - escolhendo as mais belas e desejadas. Já para as mulheres ela permite - por tempo limitado, enquanto durar a sua janela de beleza e fertilidade - a escolha máxima dos melhores parceiros do sexo masculino.

No geral, a hipergamia tem o potencial de beneficiar economicamente e socialmente as mulheres de status econômico mais baixo, uma vez que, dependendo de sua atratividade física, elas têm a chance de se juntar com alguém de um status mais elevado.

Já os homens com status mais baixo são os mais desfavorecidos: a hipergamia remove as mulheres de status econômico inferior de seu potencial grupo de acasalamento, uma vez que as restrições sociais e as estruturas de incentivo econômico já excluem as mulheres de status mais elevado.

Resumindo: poucos homens tem potencial para ficar com a maior parte das mulheres. Enquanto que a maior parte da mulheres corre atrás dos melhores homens. É a famosa e já fartamente discutida regra dos 20% <=> 80%, sempre comentada em sites masculinistas e da manosfera.

Dizendo em uma linguagem simples e direta, o valor (status) de um individuo no mercado das relações está ligado a seu sexo biológico - e dos papeis sociais tradicionalmente associados a ele. Se for do sexo masculino, um homem de alto status ou valor social é aquele que possui dinheiro, fama e/ou destaque social (seja em seu círculo de amigos ou em escala maior) e poder (físico ou de outros meios). Ou um misto de todos eles. Ou seja, é aquele homem que está no topo da hierarquia dos homens em determinado grupo, local e momento. Se for do sexo feminino, o seu status é definido quase que exclusivamente pela sua juventude, beleza e atratividade física. As mulheres mais jovens, bonitas e mais atraentes podem facilmente subir na vida simplesmente pela sua aparência física. Basta usar sua atratividade para atrair o(s) homem(ns) certo(s).

A prova disso é que as mulheres que trabalham e adquirem na sociedade moderna os mesmos tratos do homem, como dinheiro, poder, fama e destaque social muitas vezes têm dificuldades em encontrar um homem para manter um relacionamento sério e ter filhos. Isso acontece porque elas mesmas praticam a hipergamia e esperam encontrar um homem que seja superior em tudo ao que ela é e tenha, o que pode ser raro; seja porque tudo o que adquiriram (fama, dinheiro, poder) as deixem "masculinizadas" e as afastem os homens que esperam uma mulher mais doce, submissa e feminina (características historicamente associadas ao sexo feminino).


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Um vislumbre proibido na verdadeira natureza das mulheres

Texto original "The Key Logger: A Forbidden Glimpse Into the True Nature of Women by Nicholas Jack" retirado de https://mattforney.com/key-logger-nicholas-jack/
Autor: Matt Forney

8 de janeiro de 2014

Nota do TradutorNeste texto, o escritor Matt Forney faz uma análise do livro "The Key Logger: A Forbidden Glimpse Into the True Nature of Women", escrito por Nicholas Jack. O livro pode ser encontrado aquiPara quem não sabe, "Keylogger" é um software cuja finalidade é registrar tudo o que é digitado no computador. Para mais detalhes a respeito, visite o artigo na wikipédia.

Texto traduzido e adaptado por LMR.


De vez em quando, você se depara com um livro que vira totalmente de cabeça para baixo sua visão de mundo. Depois de ler, você pode se sentir bravo, triste, feliz ou seja lá o que for, mas você nunca mais verá as coisas da mesma maneira. Mesmo que o livro contenha informações que você já conhece - ou suspeita que sejam verdadeiras - as evidências que ele apresenta podem mexer com você bem lá no fundo.

O "The Key Logger" é um desses livros.

Nicholas Jack (também conhecido como 20Nation) me enviou uma cópia para análise de "The Key Logger" depois que eu disse algumas coisas legais sobre seu livro anterior, "The Perfect Conversation". Ao contrário deste, aquele não é um guia prático de conselhos. Sua leitura não lhe ajudará a transar com mulheres. No entanto, você precisa ler este livro, porque ele fornece evidências conclusivas sobre a verdadeira natureza feminina - informações das quais você precisa para se proteger em meio ao mar revolto que é o ambiente das relações sexuais modernas.

Na verdade, The Key Logger é tão bom que estou disposto a ignorar as falhas que me incomodariam se eu as visse em outros livros. Por exemplo, Jack poderia ter escolhido um editor decente. Sua prosa é excessivamente profissional e carece de estilo, o que deixa a leitura arrastada em alguns pontos. Além disso, o livro tem vários erros gramaticais e de digitação que um editor de texto decente poderia ter eliminado:

  • "Por milhares de anos, as mulheres não conseguiram o que queriam com a força física; elas foram forçadas a aprender como fazer com que os outros façam o que desejam. Com o tempo, isso as tornou muito boas em manipular os homens. As mulheres usam mentiras para manipular os homens para estes fazerem o que elas querem. Não é nada de novo, exceto como a natureza as projetou".

A importância do que Jack está escrevendo é tanta que o livro foi absolutamente emocionante, e apesar de todos os seus problemas eu o terminei em meia hora.

A ideia de The Key Logger é bastante curiosa: Jack nos conta como instalou secretamente um keylogger em seu computador para que pudesse espionar o Facebook e as contas de e-mail de suas namoradas. O livro segue o percurso digital de dez garotas diferentes nas quais ele usou o programa, cobrindo nesse intervalo desde uma inocente-boa-menina-projeto-de-Paris-Hilton até uma vagabunda doida querendo trair seu marido, e todas elas se comportam da mesma forma:

  • "Ela mandava-lhe mensagens sem parar, tentando vê-lo novamente e ele só fugindo dela deixando claro que só estava interessado em sexo. Eu olhei o perfil dele, e o cara parecia ser bonito. Ela ainda mantém contato com ele".

É isso mesmo: todas essas garotas estavam mantendo "homens de reserva" ao lado, que todas elas "convenientemente" esqueciam de contar para Jack a respeito. Seja um ex-namorado com as quais elas trocavam mensagens no Facebook, outros homens com os quais saíam ao mesmo tempo, ou simplesmente um círculo de aduladores (beta orbiters) bajulando-as regularmente, cada garota que Jack namorava era uma verdadeira viciada em atenção (attention junkie).

E nenhuma delas achava que o que estava fazendo era errado. 

Jack não se limitou apenas a ver as mensagens privadas de suas namoradas, ele as confrontou sobre os outros homens que elas estavam escondendo dele. Ao serem expostas, todas se comportavam de maneira idêntica: mentindo e racionalizando freneticamente, numa tentativa de manter a sua fachada de integridade. Quando Jack ameaçou deixá-las, todas eles caíram no choro e imploravam para que ele reconsiderasse a decisão:

  • "Ela começou a implorar enquanto eu me afastava. Agarrava meu braço e tentava me fazer falar com ela. Ela estava chorando e gritando, fazendo uma verdadeira cena. Ela não me deixaria voltar para a minha casa sem levá-la junto, agarrou-se a mim. E eu olhei para ela novamente, finalmente vendo-a como ela era. E eu ainda estava com raiva".

O autor ficava zangado e magoado durante seus confrontos iniciais com suas namoradas. Porém, à medida que o livro avança, ele vai se tornando cada vez mais cético e cínico sobre seus relacionamentos. No final, ele decide deletar e não usar mais o keylogger porque sabe exatamente o que vai acontecer se ele continuar bisbilhotando as conversas das mulheres que conhece.

Ele também aceitou a natureza delas, e não as culpa mais pelo que fazem.

E isso é parte da mensagem do "The Key Logger": ele ensina que o que as garotas estão fazendo é completamente racional. Mulheres não são apenas viciadas em atenção, elas são viciadas em validação. Sua auto-estima é tão baixa e suas almas tão vazias que não conseguem ficar muito tempo sem que um homem lhes diga como são espertas, bonitas ou especiais. Por isso que digo que sem a atenção masculina as mulheres morreriam. Até mesmo as feministas mais inúteis precisam de validação constante de "feministos" para não enlouquecerem de vez.

Você pode realmente criticá-las por manterem esse vício, especialmente quando ninguém lhes diz que o que estão fazendo é errado?

Eu esqueci quem foi que disse que os homens são os românticos, e as mulheres as realistas, quando se trata de amor e relacionamento. "The Key Logger" confirma de vez essa tese. Quantos homens você conhece que têm esse tipo de rede de apoio e suporte? Quantos homens que estão em um relacionamento têm uma garota ao lado que eles podem chamar para uma rapidinha se sua namorada/esposa lhes chutarem de casa? Quase nenhum. O homem comum está condicionado a investir todas as suas esperanças e energia em uma mulher, a ponto de abandonar os amigos quando o mesmo arruma uma namorada, deixando-os sem nenhum apoio quando o seu relacionamento implode. Enquanto isso, a garota que eles acham que é o amor de suas vidas mantém uma rede pessoal de segurança emocional cuidada nos mínimos detalhes, para que no momento em que seu relacionamento comece a subir no telhado, ela já possa buscar possíveis pretendentes e ter atenção de eunucos de sua corte de aduladores apenas para lembrá-la de quem ela é.

O mais cínico na platéia provavelmente dirá: “E daí porra??? Nós já sabíamos disso tudo!”. Não, você não sabia. Você apenas sabe sobre isso de forma abstrata, por meio de posts de blogs do "Movimento da Real", do movimento masculinista e histórias que ouviu falar, mas poucos homens foram confrontados com o verdadeiro cálculo emocional da mulher comum de uma maneira tão dura e verdadeira. Eu mesmo já enfrentei isso no passado, e posso afirmar que é perturbador - chega a beirar a sociopatia - de como mulheres podem racionalizar e justificar sem o menor esforço toda a sua promiscuidade emocional. Apelar para a moral e bons costumes é perda de tempo... seria como falar com elas em uma língua estrangeira.

Tudo se resume a isso: se você permitir, todas as garotas se tornarão vadias. Não necessariamente vadias físicas, mas vadias emocionais, buscando atenção masculina como um viciado em crack vai atrás de sua droga. Lendo um livro como "The Key Logger", você quase começa a entender por que países islâmicos como a Arábia Saudita impõem severas restrições às mulheres por meio da Lei de Sharia (nota para os lentos: eu não estou endossando a mesma): trata-se de controlar o vício das mulheres em atenção. Quando você obriga as mulheres a usarem burcas toda vez que saem de casa e restringe suas interações com outros homens além de seus maridos, você está eliminando os meios pelos quais as mulheres se tornariam viciadas em atenção e validação, teoricamente assim preservando casamentos e famílias.

E não se enganem: eu observei relacionamentos e até mesmo um casamento desmoronarem porque as mulheres americanas simplesmente não conseguem manter seu vício em validação social sob controle.

Eu discordaria de Jack apenas em um ponto: eu não acredito que o vício das mulheres em atenção é cem por cento programado biologicamente. Sim, mulheres têm uma tendência natural a fazer de tudo para conseguirem atenção (attention whoring), mas, assim como uma cultura pode limitar essa tendência (como no caso da Arábia Saudita), ela pode também alimentá-la. A cultura americana - bem como a cultura ocidental moderna - encoraja a busca feminina pela atenção e infla artificialmente o ego e a auto-estima das mulheres, fazendo-as pensar que são moralmente superiores apenas por terem uma vagina. É de se espantar porque algumas mulheres ficam furiosas quando nós, no movimento masculinista e "da real", expomos um pouco das mentiras feministas? Simplesmente estamos ameaçando cortar o seu fornecimento de "drogas ilícitas".

As mulheres simplesmente estão se comportando racionalmente ao colocar seus interesses em primeiro lugar, o que não é muito diferentes do que nós fazemos.

É por isso que "The Key Logger" é um livro necessário e notável. Se você ainda está abrigando fantasias românticas de "felizes para sempre", o livro de Jack ajudará você a acabar com elas. Enquanto não há conselhos práticos no livro, internalizando suas lições e mensagens irá ajudá-lo a construir a mentalidade que você precisa para lidar com as mulheres em nosso mundo moderno. E mesmo se você for um sedutor experiente, "The Key Logger" lhe dará um fascinante olhar sobre a psicologia feminina, que você não encontrará em nenhum outro lugar do mundo "da real".

Apenas lembre-se: não fique ressentido e amargurado.

Não fique bravo, apenas dê o troco. Esqueça qualquer sentimento de culpa que tenha se você mantém um harém de mulheres ou tenha várias garotas ao mesmo tempo. Na busca pela força emocional, nós homens ainda temos um longo caminho a percorrer.


quinta-feira, 10 de maio de 2018

A verdadeira natureza das mulheres

Texto original: "The True Nature Of Women", por Daryush Valizadeh, em
http://www.rooshv.com/the-true-nature-of-women
Publicado em 20 de maio de 2013

Traduzido e adaptado por LMR.


A água toma a forma do recipiente na qual está.

Embora eu soubesse há muito tempo da influência corruptora da cultura ocidental, eu acreditava que tal influência estaria parcialmente limitada à sua localização, e que a cultura oriental nunca imitaria por completo a cultura ocidental. Eu estava errado. Era menos experiente à época dessa crença, mas agora eu sei bem mais.

Meus olhos se abriram após meu primeiro mês na Polônia. As mulheres me surpreenderam com sua doçura, feminilidade e confiabilidade. É verdade que aquelas que passaram mais tempo em contato com o Ocidente eram menos doces e menos femininas, mas ainda muito à frente das meninas que nasceram e cresceram lá. A influência ocidental, imaginei, era limitada e as meninas de natureza "doce" eram assim desde o seu nascimento.

Dois anos depois voltei para a Polônia, mas desta vez em Varsóvia. É a capital com clubes caros, maior competição por uma forte necessidade de auto afirmação, bem como muitos rostos masculinos. Foi pior do que Washington (DC). Garotas polonesas, que eu achava que tinham a "doçura genética", estavam me pedindo para comprar bebidas sem se incomodar em me conhecer. "Seus dois pais são poloneses?" Eu perguntei. Perguntei o mesmo sobre os avós. As garotas dançavam com seus celulares nas mãos, checando o Facebook a cada minuto. Elas me davam seu número sem menor intenção de sair depois. Esta não era a Polônia que eu me lembrava.

O problema foi fácil de diagnosticar: a vibração da capital e a demografia desfavorável criaram uma Toronto da Europa Oriental. Não é grande coisa, é verdade, porque esses fatores podem ser ignorados indo para uma cidade diferente. Eu estava a três horas de ônibus do leste, e logo após um breve deslocamento recebi o prazer sexual polonês que eu originalmente esperava.

A água toma a forma do recipiente na qual está.

Normalmente, eu ia a um país e ficava na cidade onde chegava por volta de dois meses, mas isso levou a algumas estadias desagradáveis, então tentei uma nova estratégia na Romênia - uma semana em várias cidades para fazer o reconhecimento antes de decidir onde permanecer por dois meses ou mais. Após três semanas de viagem, concluí que Bucareste seria a base de operações, Cluj no noroeste estava logo abaixo e Iasi, para um homem de segunda linha, estava acima.

Nenhuma garota em Cluj me pediu para comprar uma bebida para ela, mas duas garotas gritaram comigo. Um porque eu não me movi de seu "lugar" no bar e outra por uma razão tão boba que eu esqueci assim que seu pescoço se inclinou para frente e para trás enquanto gritava comigo - como se ela fosse uma garota afro-americana. O que as levou a ficar tão zangados comigo quando nenhuma garota em Bucareste ou Iasi me deu um sorriso de escárnio? É o mesmo país - elas não são criados a partir da mesma cultura? Ou seria simplesmente que as condições locais de Cluj, que tinha um excedente de homens oriundos de toda a Europa, que permitiria que as meninas se comportassem dessa maneira e ainda conseguissem o que queriam? Uma garota exibiria um único traço negativo se isso a impedisse de encontrar um homem bom ou viver uma vida confortável?

A água toma a forma do recipiente na qual está.

Eu apareci em quatro canais de TV romenos, ganhando fama local, tentando obter soluções fáceis. Eu fui reconhecido mais vezes nos dois meses seguintes do que eu já experimentei em Washington (DC). Quando uma garota olhava para mim, eu não sabia o que ela estava olhando, mas eu esperava que fosse porque ela sabia de mim, e isso me ajudaria a transar com ela bem à moda da cultura de celebridades americanas. Logo logo eu tenho uma grande surpresa: garotas que me conheciam - bem como meus textos - foram as mais difíceis e mais letais que eu já vi na vida. Uma garota me enfrentou. Outra estava me testando ao limite da frustração, mesmo eu sendo tão gentil com ela. Outra tentou colocar palavras na minha boca, dando a entender que eu queria desafios quando eu não estava fazendo o mesmo. Por sorte, eu encontrava uma garota que não me conhecia, muitas vezes no mesmo local, e ela seria a garota mais legal do mundo, não muito diferente da minha primeira experiência na Polônia. Eu não tenho dúvida de que as garotas que agiram de modo mal-intencionado comigo seriam gentis com o próximo cara que viesse depois, sugerindo que havia uma espécie de "chave" que as mulheres podiam mexer em si mesmas, dependendo da circunstância em que se encontravam e do homem que estavam conhecendo.

A água toma a forma do recipiente na qual está.

As mulheres não nascem usando salto alto. Elas não nascem com o conhecimento para cuidar de seus cabelos ou de como se maquiar. Elas não nascem prontas para honrar sua palavra e seus compromissos. Essas mulheres são feitas, e mesmo depois disso, tanto o ambiente ao redor quanto pequenos "gatilhos" podem vir a liberar nela o que você não quer que seja liberado. Isso porque dentro de cada mulher deste planeta, independente de sua educação ou formação, existe uma puta, uma vadia, uma vagabunda, um interesseira, um enroladora, uma trapaceira, uma traidora, uma narcisista e uma "prostituta de atenção" (attention whore) que está cheia de vontade de sair, e que, se certas condições surgirem em um certo recipiente a uma certa temperatura e pressão, ela irá "estourar" bem em cima de você. Isso tudo, receio, é a verdadeira natureza das mulheres. É a verdadeira natureza que sempre surgirá (e ressurgirá) se a sociedade não colocar restrições ou limitações ao comportamento e às escolhas de uma mulher.

Não há outra conclusão a que eu possa chegar quando testemunhei a facilidade com que as mulheres se degradam em tal ambiente negativo e, o que é mais importante, o quanto elas o amam. Basta um pouquinho de prática, e as mulheres amam serem vadias, amam a atenção masculina que recebem, fazendo de tudo para consegui-la, e chegando a exercer qualquer poder que têm sobre os homens apenas para alimentarem sua auto-estima sempre faminta de validação.  Tudo apenas para ver os homens não como homens, mas como meros itens em um supermercado nos quais elas podem comprar e depois descartar ao seu bel-prazer.

Livres dos grilhões de atuar dentro dos papéis sexuais tradicionais outrora exigidos, as mulheres prefeririam agir tais como marinheiros preguiçosos do que como uma dama correta e virtuosa - desde que a atenção masculina continua a fluir para si. E até mesmo mulheres que foram damas durante a maior parte de suas vidas podem ser vítimas desse mal. Sim, porque agir como uma dama é um trabalho árduo que envolve esforço e dedicação. Se uma menina recém-nascida for colocada no recipiente errado desde o nascimento, ela nunca sairá dele, ou mesmo sequer terá o conhecimento do que é preciso para ser uma dama. Em um mundo moderno, onde até mesmo a mulher mais repulsiva consegue receber afeição masculina, a inércia faz com que ela permaneça nessa condição deplorável, pois ela não tem desejo de mudar e não tem conhecimento necessário para agir com classe ou personalidade.

A água toma a forma do recipiente na qual está.

Uma garota que viveu e conheceu apenas um recipiente por toda a sua vida - um bom recipiente - pode imediatamente mudar ao me conhecer, se minha reputação for ruim e eu despertar o que há de pior em sua pessoa. Já vi isso tantas vezes em minha vida que cheguei a conclusão de que, se os homens não mantiverem as mulheres no recipiente certo à temperatura certa, pela força, pela aplicação da lei ou pela vergonha, suas mulheres decairão tão rapidamente que perceberão a mudança não em anos, mas em meses. Basta que os homens não consigam administrar o meio ambiente a seu favor, e decidam permitir que as mulheres tenham liberdade ilimitada e escolhas desenfreadas.

E essa mudança não é como uma metamorfose que traz um novo estado jamais conhecido, tal como a lagarta que se transforma em uma borboleta. Trata-se de uma reversão para o estado natural e primordial da mulher, a verdadeira natureza de seu ser. Os homens americanos podem lhe contar mais sobre essa reversão com muitos detalhes esclarecedores, e como por causa disso eles desistiram de curtir seu tempo de lazer com o sexo oposto, resignando-se assim a assistir vídeos do Youtube ao invés de tentar acasalar. Num futuro próximo, mais homens ao redor do mundo serão vítimas e poderão descrever tal fenômeno em cores tão vivas quanto as que eu vejo hoje. À medida que as mulheres de nossa era encontram suas necessidades básicas cada vez mais satisfeitas, bem como a direção das sociedades se voltam para a reverência automática ao sexo feminino - ao invés de um duro ceticismo acerca de suas decisões confusas e comportamentos infantis - as degradações ocorrerão em todos os países do mundo... para o choque daqueles homens locais que não poderiam sequer imaginar suas mulheres agindo em qualquer outro estado que não seja o feminino e gentil.

A água toma a forma do recipiente na qual está.

Quando a verdadeira natureza das mulheres ficou clara em minha mente, fiquei profundamente triste, pois percebi que não importa aonde eu vá e por qual garota eu me apaixone, um certo ambiente ou gatilho acabará por descobrir o lado obscuro do feminino escondido lá dentro do meu anjo, e ele então o libertará em cima de mim o seu pior - sem nenhuma hesitação ou questionamento moral. Entendi que a verdadeira natureza de uma mulher, independentemente de quão forte é a cortina que protege sua escuridão, entrará em erupção tal como um vulcão adormecido e pensassem ser incapaz de causar danos - e que eu devo aceitar essa ordem natural que não foi criada por mim. Só me resta então usar meu conhecimento e experiência para procurar encontrar uma garota que esteja no momento e no recipiente certos, na temperatura e pressão certas, e apreciá-la enquanto estiver temporariamente nesse estado. E não poderei lamentar quando essas condições mudarem e ela -  feliz e ansiosamente por isso - decidir preencher o recipiente que ela realmente deseja estar dentro.