sexta-feira, 11 de maio de 2018

Um vislumbre proibido na verdadeira natureza das mulheres

Texto original "The Key Logger: A Forbidden Glimpse Into the True Nature of Women by Nicholas Jack" retirado de https://mattforney.com/key-logger-nicholas-jack/
Autor: Matt Forney

8 de janeiro de 2014

Nota do TradutorNeste texto, o escritor Matt Forney faz uma análise do livro "The Key Logger: A Forbidden Glimpse Into the True Nature of Women", escrito por Nicholas Jack. O livro pode ser encontrado aquiPara quem não sabe, "Keylogger" é um software cuja finalidade é registrar tudo o que é digitado no computador. Para mais detalhes a respeito, visite o artigo na wikipédia.

Texto traduzido e adaptado por LMR.


De vez em quando, você se depara com um livro que vira totalmente de cabeça para baixo sua visão de mundo. Depois de ler, você pode se sentir bravo, triste, feliz ou seja lá o que for, mas você nunca mais verá as coisas da mesma maneira. Mesmo que o livro contenha informações que você já conhece - ou suspeita que sejam verdadeiras - as evidências que ele apresenta podem mexer com você bem lá no fundo.

O "The Key Logger" é um desses livros.

Nicholas Jack (também conhecido como 20Nation) me enviou uma cópia para análise de "The Key Logger" depois que eu disse algumas coisas legais sobre seu livro anterior, "The Perfect Conversation". Ao contrário deste, aquele não é um guia prático de conselhos. Sua leitura não lhe ajudará a transar com mulheres. No entanto, você precisa ler este livro, porque ele fornece evidências conclusivas sobre a verdadeira natureza feminina - informações das quais você precisa para se proteger em meio ao mar revolto que é o ambiente das relações sexuais modernas.

Na verdade, The Key Logger é tão bom que estou disposto a ignorar as falhas que me incomodariam se eu as visse em outros livros. Por exemplo, Jack poderia ter escolhido um editor decente. Sua prosa é excessivamente profissional e carece de estilo, o que deixa a leitura arrastada em alguns pontos. Além disso, o livro tem vários erros gramaticais e de digitação que um editor de texto decente poderia ter eliminado:

  • "Por milhares de anos, as mulheres não conseguiram o que queriam com a força física; elas foram forçadas a aprender como fazer com que os outros façam o que desejam. Com o tempo, isso as tornou muito boas em manipular os homens. As mulheres usam mentiras para manipular os homens para estes fazerem o que elas querem. Não é nada de novo, exceto como a natureza as projetou".

A importância do que Jack está escrevendo é tanta que o livro foi absolutamente emocionante, e apesar de todos os seus problemas eu o terminei em meia hora.

A ideia de The Key Logger é bastante curiosa: Jack nos conta como instalou secretamente um keylogger em seu computador para que pudesse espionar o Facebook e as contas de e-mail de suas namoradas. O livro segue o percurso digital de dez garotas diferentes nas quais ele usou o programa, cobrindo nesse intervalo desde uma inocente-boa-menina-projeto-de-Paris-Hilton até uma vagabunda doida querendo trair seu marido, e todas elas se comportam da mesma forma:

  • "Ela mandava-lhe mensagens sem parar, tentando vê-lo novamente e ele só fugindo dela deixando claro que só estava interessado em sexo. Eu olhei o perfil dele, e o cara parecia ser bonito. Ela ainda mantém contato com ele".

É isso mesmo: todas essas garotas estavam mantendo "homens de reserva" ao lado, que todas elas "convenientemente" esqueciam de contar para Jack a respeito. Seja um ex-namorado com as quais elas trocavam mensagens no Facebook, outros homens com os quais saíam ao mesmo tempo, ou simplesmente um círculo de aduladores (beta orbiters) bajulando-as regularmente, cada garota que Jack namorava era uma verdadeira viciada em atenção (attention junkie).

E nenhuma delas achava que o que estava fazendo era errado. 

Jack não se limitou apenas a ver as mensagens privadas de suas namoradas, ele as confrontou sobre os outros homens que elas estavam escondendo dele. Ao serem expostas, todas se comportavam de maneira idêntica: mentindo e racionalizando freneticamente, numa tentativa de manter a sua fachada de integridade. Quando Jack ameaçou deixá-las, todas eles caíram no choro e imploravam para que ele reconsiderasse a decisão:

  • "Ela começou a implorar enquanto eu me afastava. Agarrava meu braço e tentava me fazer falar com ela. Ela estava chorando e gritando, fazendo uma verdadeira cena. Ela não me deixaria voltar para a minha casa sem levá-la junto, agarrou-se a mim. E eu olhei para ela novamente, finalmente vendo-a como ela era. E eu ainda estava com raiva".

O autor ficava zangado e magoado durante seus confrontos iniciais com suas namoradas. Porém, à medida que o livro avança, ele vai se tornando cada vez mais cético e cínico sobre seus relacionamentos. No final, ele decide deletar e não usar mais o keylogger porque sabe exatamente o que vai acontecer se ele continuar bisbilhotando as conversas das mulheres que conhece.

Ele também aceitou a natureza delas, e não as culpa mais pelo que fazem.

E isso é parte da mensagem do "The Key Logger": ele ensina que o que as garotas estão fazendo é completamente racional. Mulheres não são apenas viciadas em atenção, elas são viciadas em validação. Sua auto-estima é tão baixa e suas almas tão vazias que não conseguem ficar muito tempo sem que um homem lhes diga como são espertas, bonitas ou especiais. Por isso que digo que sem a atenção masculina as mulheres morreriam. Até mesmo as feministas mais inúteis precisam de validação constante de "feministos" para não enlouquecerem de vez.

Você pode realmente criticá-las por manterem esse vício, especialmente quando ninguém lhes diz que o que estão fazendo é errado?

Eu esqueci quem foi que disse que os homens são os românticos, e as mulheres as realistas, quando se trata de amor e relacionamento. "The Key Logger" confirma de vez essa tese. Quantos homens você conhece que têm esse tipo de rede de apoio e suporte? Quantos homens que estão em um relacionamento têm uma garota ao lado que eles podem chamar para uma rapidinha se sua namorada/esposa lhes chutarem de casa? Quase nenhum. O homem comum está condicionado a investir todas as suas esperanças e energia em uma mulher, a ponto de abandonar os amigos quando o mesmo arruma uma namorada, deixando-os sem nenhum apoio quando o seu relacionamento implode. Enquanto isso, a garota que eles acham que é o amor de suas vidas mantém uma rede pessoal de segurança emocional cuidada nos mínimos detalhes, para que no momento em que seu relacionamento comece a subir no telhado, ela já possa buscar possíveis pretendentes e ter atenção de eunucos de sua corte de aduladores apenas para lembrá-la de quem ela é.

O mais cínico na platéia provavelmente dirá: “E daí porra??? Nós já sabíamos disso tudo!”. Não, você não sabia. Você apenas sabe sobre isso de forma abstrata, por meio de posts de blogs do "Movimento da Real", do movimento masculinista e histórias que ouviu falar, mas poucos homens foram confrontados com o verdadeiro cálculo emocional da mulher comum de uma maneira tão dura e verdadeira. Eu mesmo já enfrentei isso no passado, e posso afirmar que é perturbador - chega a beirar a sociopatia - de como mulheres podem racionalizar e justificar sem o menor esforço toda a sua promiscuidade emocional. Apelar para a moral e bons costumes é perda de tempo... seria como falar com elas em uma língua estrangeira.

Tudo se resume a isso: se você permitir, todas as garotas se tornarão vadias. Não necessariamente vadias físicas, mas vadias emocionais, buscando atenção masculina como um viciado em crack vai atrás de sua droga. Lendo um livro como "The Key Logger", você quase começa a entender por que países islâmicos como a Arábia Saudita impõem severas restrições às mulheres por meio da Lei de Sharia (nota para os lentos: eu não estou endossando a mesma): trata-se de controlar o vício das mulheres em atenção. Quando você obriga as mulheres a usarem burcas toda vez que saem de casa e restringe suas interações com outros homens além de seus maridos, você está eliminando os meios pelos quais as mulheres se tornariam viciadas em atenção e validação, teoricamente assim preservando casamentos e famílias.

E não se enganem: eu observei relacionamentos e até mesmo um casamento desmoronarem porque as mulheres americanas simplesmente não conseguem manter seu vício em validação social sob controle.

Eu discordaria de Jack apenas em um ponto: eu não acredito que o vício das mulheres em atenção é cem por cento programado biologicamente. Sim, mulheres têm uma tendência natural a fazer de tudo para conseguirem atenção (attention whoring), mas, assim como uma cultura pode limitar essa tendência (como no caso da Arábia Saudita), ela pode também alimentá-la. A cultura americana - bem como a cultura ocidental moderna - encoraja a busca feminina pela atenção e infla artificialmente o ego e a auto-estima das mulheres, fazendo-as pensar que são moralmente superiores apenas por terem uma vagina. É de se espantar porque algumas mulheres ficam furiosas quando nós, no movimento masculinista e "da real", expomos um pouco das mentiras feministas? Simplesmente estamos ameaçando cortar o seu fornecimento de "drogas ilícitas".

As mulheres simplesmente estão se comportando racionalmente ao colocar seus interesses em primeiro lugar, o que não é muito diferentes do que nós fazemos.

É por isso que "The Key Logger" é um livro necessário e notável. Se você ainda está abrigando fantasias românticas de "felizes para sempre", o livro de Jack ajudará você a acabar com elas. Enquanto não há conselhos práticos no livro, internalizando suas lições e mensagens irá ajudá-lo a construir a mentalidade que você precisa para lidar com as mulheres em nosso mundo moderno. E mesmo se você for um sedutor experiente, "The Key Logger" lhe dará um fascinante olhar sobre a psicologia feminina, que você não encontrará em nenhum outro lugar do mundo "da real".

Apenas lembre-se: não fique ressentido e amargurado.

Não fique bravo, apenas dê o troco. Esqueça qualquer sentimento de culpa que tenha se você mantém um harém de mulheres ou tenha várias garotas ao mesmo tempo. Na busca pela força emocional, nós homens ainda temos um longo caminho a percorrer.


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